domingo, 31 de julho de 2011

INTOLERÂNCIA A LACTOSE

Intolerância à lactose é o nome que se dá à incapacidade parcial ou completa de digerir o açúcar existente no leite e seus derivados. Ela ocorre quando o organismo não produz, ou produz em quantidade insuficiente, uma enzima digestiva chamada lactase, que quebra e decompõe a lactose, ou seja, o açúcar do leite.

Como consequência, essa substância chega ao intestino grosso inalterada. Ali, ela se acumula e é fermentada por bactérias que fabricam ácido lático e gases, promovem maior retenção de água e o aparecimento de diarreias e cólicas.

É importante estabelecer a diferença entre alergia ao leite e intolerância à lactose. A alergia é uma reação imunológica adversa às proteínas do leite, que se manifesta após a ingestão de uma porção, por menor que seja, de leite ou derivados. A mais comum é a alergia ao leite de vaca, que pode provocar alterações no intestino, na pele e no sistema respiratório (tosse e bronquite, por exemplo).

A intolerância à lactose é um distúrbio digestivo associado à baixa ou nenhuma produção de lactase pelo intestino delgado. Os sintomas variam de acordo com a maior ou menor quantidade de leite e derivados ingeridos.

Pesquisas mostram que 70% dos brasileiros apresentam algum grau de intolerância à lactose, que pode ser leve, moderado ou grave, segundo o tipo de deficiência apresentada.

Tipos

1) Deficiência congênita – por um problema genético, a criança nasce sem condições de produzir lactase (forma rara, mas crônica);
2)     Deficiência primária – diminuição natural e progressiva na produção de lactase a partir da adolescência e até o fim da vida (forma mais comum);
3)     Deficiência secundária – a produção de lactase é afetada por doenças  intestinais, como diarreias, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn, doença celíaca, ou alergia à proteína do leite, por exemplo. Nesses casos, a intolerância pode ser temporária e desaparecer com o controle da doença de base.

Sintomas

Os sintomas da intolerância à lactose se concentram no sistema digestório e melhoram com a interrupção do consumo de produtos lácteos. Eles costumam surgir minutos ou horas depois da ingestão de leite in natura, de seus derivados (queijos, manteiga, creme de leite, leite condensado, requeijão, etc.) ou de alimentos que contêm leite em sua composição (sorvetes, cremes, mingaus, pudins, bolos, etc.). Os mais característicos são distensão abdominal, cólicas, diarreia, flatulência (excesso de gases), náuseas, ardor anal e assaduras, estes dois últimos provocados pela presença de fezes mais ácidas. Crianças pequenas e bebês portadores do distúrbio, em geral, perdem peso e crescem mais lentamente.

Diagnóstico

Além da avaliação clínica, o diagnóstico da intolerância à lactose pode contar com três exames específicos: teste de intolerância à lactose, teste de hidrogênio na respiração e teste de acidez nas fezes.

O primeiro é oferecido pelo SUS gratuitamente. O paciente recebe uma dose de lactose em jejum e, depois de algumas horas, colhe amostras de sangue para medir os níveis de glicose, que permanecem inalterados nos portadores do distúrbio.

O segundo considera o nível de hidrogênio eliminado na expiração depois de o paciente ter ingerido doses altas de lactose e o terceiro leva em conta a análise do nível de acidez no exame de fezes.

Tratamento

A intolerância à lactose não é uma doença. É uma carência do organismo que pode ser controlada com dieta e medicamentos. No início, a proposta é suspender a ingestão de leite e derivados da dieta a fim de promover o alívio dos sintomas. Depois, esses alimentos devem ser reintroduzidos aos poucos até identificar a quantidade máxima que o organismo suporta sem manifestar sintomas adversos. Essa conduta terapêutica tem como objetivo manter a oferta de cálcio na alimentação, nutriente que, junto com a vitamina D, é indispensável para a formação de massa óssea saudável. Suplementos com lactase e leites modificados com baixo teor de lactose são úteis para manter o aporte de cálcio, quando a quantidade de leite ingerido for insuficiente.

Pessoa que desenvolveu intolerância à lactose pode levar vida absolutamente normal desde que siga a dieta adequada e evite o consumo de leite e derivados além da quantidade tolerada pelo organismo.

Recomendações

Portadores de intolerância à lactose precisam saber que:
  • na medida do possível, o leite não deve ser totalmente abolido da dieta;
  • é importante ler não só os rótulos dos alimentos para saber qual é a composição do produto, mas também a bula dos remédios, porque vários deles incluem lactose em sua fórmula;
  •  leite de soja, de arroz, de aveia não contém lactose;
  •  leite de vaca não entra como ingrediente do pão francês e do pão de- ó;
  • verduras de folhas verdes, como brócolis, couves, agrião, couve-flor, espinafre, assim como  feijão, ervilhas, tofu, salmão, sardinha, mariscos, amêndoas, nozes, gergelim, certos temperos (manjericão, orégano, alecrim, salsa) e ovos também funcionam como fontes de cálcio;
  • comer de tudo um pouco é a melhor forma de manter o suporte de nutrientes necessários para a saúde e bem-estar do organismo.
Fonte: Dr Drauzio Varella

LEITE DE AMÊNDOAS

O leite de amêndoas preparado através de um processo simples e natural aproxima-se do leite de vaca no que respeita ao seu teor de proteínas e minerais, incluindo o ferro. Além disso, conserva uma boa parte das propriedades nutritivas e preventivas da amêndoa e é de mais fácil digestão por parte das crianças e das pessoas idosas do que a própria amêndoa.

BENEFÍCIOS

PARA O CORAÇÃO
O leite de amêndoas é considerado um poderoso estimulante para o sistema imunológico, graças ao zinco, ou seja, garante maior proteção contra possíveis ataques ao organismo.

SISTEMA IMUNOLÓGICO
A amêndoa é naturalmente riquíssima em ácidos graxos (ômega 3 e 6), essenciais à saúde do coração. Atuam “limpando” as artérias do mau colesterol (LDL) e aumentando o bom colesterol (HDL).

PROTEÍNA VEGETAL
A proteína do leite é formada por vários aminoácidos. Quanto maior a variedade, melhor a proteína. Isso torna o leite de amêndoas um poderoso auxiliar na produção de hormônios e para a saúde da pele, cabelos e unhas.

RICO EM FERRO
Essa é mais uma das características do leite de amêndoas, que deixa o leite de vaca morrendo de inveja, já que ele não contém o mineral, exceto as versões enriquecidas.

CÁLCIO
É verdade que o leite de vaca apresenta muito mais quantidade do mineral do que o de amêndoa. Por outro lado, o leite de amêndoas tem mais cálcio do que o leite de soja.

NÃO CONTÉM LACTOSE
Muitas pessoas sofrem com a intolerância à lactose, sentindo-se mal quando consomem o leite de vaca e seus derivados. Como o leite de amêndoas é de origem vegetal, não provoca reações desagradáveis.

USO CULINÁRIO
O leite de amêndoas substitui o leite de vaca em qualquer receita. Sua vantagem é que é pobre em gorduras ruins (saturadas) e rico em gorduras do bem (insaturadas).

LEITE DE AMÊNDOAS: RECEITA

Ingredientes
250 g de amêndoas cruas sem pele
1 litro de água


Modo de Fazer
Para retirar a pele das amêndoas, coloque em uma panela com um pouco de água e ferva durante 5 minutos. Depois de retirada a pele, deixe-as de molho em 1 litro de água durante uma noite. Retire a água (reserve) e pique as amêndoas. Coloque as amêndoas picadas num recipiente fundo com três copos da água reservada e deixar repousar durante meia hora. Coe em um pano fino e guarde o líquido obtido numa jarra. Retire as amêndoas do pano e refaça o processo anterior com o resto da água reservada. Mexa bem e guarde na geladeira até ao momento do consumo.

Sugestão
Na hora de consumir, polvilhe um pouco de canela em pó e adoce. Se desejar um leite menos denso, adicione mais meio copo de água.

Valor Nutritivo (Porção)
Energia: 69 kcal = 287 kj; Fibra: 1,36g; Proteínas: 6,23 g; Carboidratos: 3,56; Gordura total: 3,26 g; Gordura saturada: 0,309 g; Sódio: 6,19 mg

Rendimento: 4 porções


 

BOLO DE AMÊNDOAS

Ingredientes
250 g de farinha de amêndoas
5 ovos
150 g de açúcar
 
30 g de margarina
20 g de amêndoas fatias

raspas de 1 limão siciliano
canela em pó
açúcar de confeiteiro

Modo de Fazer
Em uma tigela coloque os ovos e bata. Adicione as raspas de limão, o açúcar e uma pitada de canela em pó e continue batendo. Acrescente pouco a pouco a farinha de amêndoas (mexa bastante para não grudar). Coloque em um refratário redondo e baixo, pincelado com margarina e polvilhado com farinha de trigo e leve ao forno pré-aquecido a 200ºC (asse na parte baixa do forno). Retire do refratário, polvilhe com açúcar de confeiteiro, canela em pó e as amêndoas fatiadas. 

sexta-feira, 29 de julho de 2011

ARROZ TIPOS E VARIEDADES

No mundo existem mais de 2000 variedades de arroz. De origem asiática, o principal item da cesta básica dos brasileiros veio para o Brasil por intermédio dos portugueses e tornou-se o alimento mais popular do nosso povo. Além de gostoso, o arroz é uma excelente fonte de carboidratos complexos que fornece energia para o organismo, proteínas, fibras, aminoácidos essenciais e demais nutrientes que variam de acordo com o tipo do cereal.

TIPOS DE ARROZ

Arroz Polido
É o tipo mais consumido no Brasil, comumente chamado de arroz branco. Apesar de não ser dos mais nutritivos, é rico em carboidratos e proteínas. Para se conseguir esse tipo de arroz, é necessário processar ou beneficiar o grão. Nesse processo são retirados casca, película e germes e em seguida o grão é polido, ficando com a cor branca. No beneficiamento, o arroz perde a maior parte de seus elementos: óleo, enzimas, vitaminas, minerais e fibras, mas mesmo assim é uma fonte indispensável de carboidratos.

Arroz Parboilizado
Esse tipo de arroz, assim como o integral, está caindo cada vez mais no gosto dos brasileiros. Quando ainda está na casca esse arroz, passa por um tratamento hidrotérmico (água fervente), que consiste em cozinhar parcialmente os grãos com casca, que leva nutrientes da casca para o interior do arroz. Após isso ele é secado, descascado e empacotado. Esse processo faz com que se preserve uma riqueza enorme de nutrientes: concentra vitaminas do complexo B e minerais como: cálcio, fósforo, ferro, sódio e potássio.


Arroz Japonês
Como o próprio nome já diz, essa variedade é a base da culinária japonesa. Com grãos curtos, curvados e um pouco transparentes, têm grande quantidade de amido e, após o preparo, tende a ficar mais macio e cremoso, se comparado com o arroz polido. Ele também pode ser encontrado com grãos que mantêm a sua casca e o gérmen, concentrando assim o seu valor nutricional.

Arroz Integral
Esse arroz não passa pelo processo normal de industrialização (clareamento), e apresenta uma coloração marrom. Do grão, só é retirada a casca, permanecendo o germe, o farelo e o endosperma (película que reveste o grão, sob a casca). É um grão rico em fibras ( três vezes mais do que o industrializado), proporcionando maior saciedade, tem uma concentração muito maior de vitaminas do complexo B (cinco vezes), minerais: cálcio, fósforo, potássio, ferro, sódio, selênio,e magnésio ( quatro vezes) e maior quantidade de gordura (6,6%), sendo esta benéfica à saúde.


Arroz Vermelho
Arroz não descascado nem polido de coloração avermelhada, rico em monocolina, substância que pode auxiliar na redução do nível de LDL (colesterol ruim) no sangue. Apresenta também três vezes mais ferro e duas vezes mais zinco que o arroz branco. O preparo pode ser feito da mesma maneira que o arroz tradicional. A cor vem da película que o envolve. Bom para risotos, bolinhos e com carnes brancas.


Arroz Arbório
O arroz arbório é uma variante italiana de grão médio, arredondado, grosso, branco e muito rico em fibras. É tradicionalmente usado para fazer risoto, pois contém grande quantidade de amido e, em decorrência disso, permanece com a parte central firme, textura cremosa, mesmo depois de um longo cozimento e uma incrível capacidade de absorver condimentos. Esse arroz não passa por nenhum processo de conservação de nutrientes, não contém casca, e possui o mesmo valor nutricional do arroz tradicional e o mesmo modo de preparo.


Arroz Selvagem
É um tipo de arroz cujo grão é escuro por fora e branco por dentro. É longo, fino e integral e apesar do nome, não é um arroz de verdade, mas sim um tipo diferente de gramínea Seu sabor faz lembrar nozes e amêndoas e tem um odor muito parecido com o do chá preto, devido à grande quantidade de flavonóides (substância com propriedades antiinflamatórias). As suas qualidades nutricionais também chamam a atenção, pois este grão é pobre em gorduras, rico em proteínas, tem maior teor de fibras, vitaminas e minerais que qualquer outro tipo de arroz, além de apresentar uma quantidade superior de lisina (aminoácido benéfico ao corpo).

Arroz Negro
O arroz negro não é muito conhecido no Brasil, possui cor e gosto acastanhado. Contém 20% a mais de proteínas e 30% a mais de fibras, vitamina B e oligoelementos que o arroz integral. Tem um elevado teor de ferro, menos gordura e menor valor calórico. O Arroz Negro também contém compostos fenólicos, substâncias antioxidantes, que combatem os radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce, doenças crônico-degenerativas, problemas cardiovasculares e até mesmo câncer.


Arroz Basmati ou Indiano
Famoso por seu aroma adocicado de nozes, o diferencial do arroz basmati em relação ao comum é o seu gosto mais forte e a sua capacidade de reter água durante o preparo sem que os grãos fiquem grudados uns nos outros e dispensa a adição de temperos durante o preparo. Os grãos deste tipo de arroz são bem mais longos e ficam ainda mais compridos quando cozidos. Mesmo que os níveis nutricionais sejam praticamente iguais aos do arroz branco, ele pode ser usado em ocasiões especiais para variar o cardápio.

RISOTO TRIFUNGHI

Ingredientes
1 xícara (chá) de arroz arbório
1 xícara (chá) de vinho branco
½ dose fe pinga ou vodka (para flambar)
1 litro de caldo de legumes
½  xícara (chá) tri funghi (hidratado)
1 copo de requeijão cremoso
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (sopa) rasa de manteiga
2 colheres (sopa) de queijo parmesão
½ cebola bem picada
1 dente de alho
sal a gosto

Modo de Fazer
Separe o trifunghi, coloque em uma tigela e adicione 2 xícaras de água fervente para hidratá-lo. Deixe de molho durante 20 a 30 minutos (realize este processo antes de prosseguir com a receita).
Refogue a cebola e o alho na manteiga e no azeite (o azeite protege a manteiga do calor), quando estiver transparente, quase dourando, adicione o trifunghi cortado em pequenos pedaços e flambe com a vodka ou pinga (opcional). Adicione o arroz. o vinho e continue mexendo. Coloque o caldo aos poucos e mexa bem, para o arroz não grudar. Se necessário, coloque sal e água quente aos poucos para deixar a textura do arroz ao seu gosto. Retire do fogo, acrescente o requeijão e mexa bem. Sirva em seguida com queijo ralado.

ARROZ DOCE

Ingredientes
2 xícaras de arroz japonês
1 leite de leite
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
1 vidro de leite de coco
1 colher (café) de cardamomo
1 colher (sopa) de canela em pó
1 pitada de sal
Açúcar se necessário

Modo de Fazer
Em uma panela cozinhe o arroz com leite (pode misturar um pouco de água se quiser) Após cozido, misture o leite condensado e o leite de coco. Experimente, se o açúcar estiver em excesso acrescente uma pitada de sal. Desligue o fogo, adicione o creme de leite e misture bem. Coloque em um refratário e polvilhe a canela em pó. Pode ser servido quente ou frio.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

ALBUMINA: BENEFÍCIOS

A albumina é uma proteína presente no plasma sanguíneo produzida pelo fígado depois de metabolizar alimentos ricos em proteína como carne, leite ou ovos. Riquíssima em aminoácidos essenciais, vulgo BCAAs, a albumina possui predominância dos aminoácidos Ácido Glutâmico, ácido aspártico e a Leucina.

A albumina ainda é um produto rico em vitaminas do complexo B, potássio, fósforo, sódio e ferro.  Ela pode ser utilizada como suplemento alimentar a fim de produzir mais músculos mas deve ser utilizada sob orientação de um médico ou nutricionista.

A albumina serve para regularizar a pressão osmótica do sangue; transportar hormônios e controlar o pH sanguíneo. Quando utilizada como forma de suplemento serve para ajudar a ganhar massa muscular deixando o indivíduo com uma aparência mais forte.

Quando utilizada corretamente a albumina não engorda, mas aumenta a massa muscular. Porém, se for consumida em excesso pode levar a retenção hídrica fazendo com que o indivíduo pareça estar mais gordo, devido a altas concentrações de sódio presente na fórmula.

Como efeito colateral do uso da albumina têm-se o aumento da produção de gases e se utilizada de forma incorreta pode afetar o fígado.

Sugestão de Consumo
Recomenda-se tomar 1 colher de sopa de albumina junto de leite ou água, ao acordar ou antes de dormir. Pode-se bater a mistura no liquidificador sem perder suas propriedades nutritivas.

MOUSSE FUNCIONAL DIET

Ingredientes
1 colher (sopa) de achocolatado diet
1 colher (sopa) rasa de maisena
1 colher (sopa) de extrato de soja
1 colher (chá) de cacau em pó
1 colher (sopa) de albumina em pó
1 colher (chá) de farinha de linhaça dourada
½ copo de água quente
essência de baunilha a gosto

Modo de Fazer
Bata todos os ingredientes no liquidificador, coloque em uma panela e leve ao fogo até levantar fervura e engrossar. Coloque em potes de sobremesa e leve à geladeira.

BARRINHA PROTÉICA

Ingredientes
2 xícaras de farelo de aveia
2 xícaras de aveia em flocos
1 xícara de farinha de trigo integral
1 xícara de clara de ovos
1 xícara de leite desnatado
2 xícaras de whey protein de chocolate
10 colheres (sopa) de albumina
1/2 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de canela
1 colher (chá) de essência de baunilha
2 colheres (sopa) de azeite de canola

Modo de Fazer
Numa tigela grande, misture todos os ingredientes até obter uma massa homogênea. Coloque a mistura em uma forma grande, untada e leve ao forno pré aquecido (150º C) durante 25 a 30 minutos. Retire do forno e corte em 10 pedaços.

CENTELLA ASIÁTICA

A Centella asiática é uma pequena planta herbácea encontrada no Sri Lanka (sul da Índia), Austrália, Indonésia, Nova Guiné, bem como, no Brasil e Venezuela, e cresce em lugares sombreados, úmidos e em áreas rochosas. Flores rosas minúsculas aparecem sob a folhagem na época do verão.

BENEFÍCIOS DA CENTELLA ASIÁTICA
  • Ajuda a aumentar a oxigenação e a restabelecer as trocas metabólicas entre o tecido conjuntivo e a corrente sanguínea, não permitindo o acúmulo de toxinas, água e gordura, devido aos seus princípios ativos
  • Diminui e combate a celulite, produzindo também uma ação anti-inflamatória, evitando assim o edema, a dor e o rubor. Mantém a consistência ao nível dos tecidos, eliminando os nódulos celulíticos “Pele casca de laranja”.
  • Erva rejuvenescedora, diurética, que reduz o tempo de cicatrização, aumenta a imunidade, melhora problemas circulatórios nos membros inferiores e também tem propriedades antioxidantes auxiliando a proteger o organismo da ação danosa dos radicais livres.

terça-feira, 12 de julho de 2011

XAROPE DE AGAVE: ADOÇANTE NATURAL


O Agave é um gênero de planta suculenta e tem sua origem no México e seu extrato pode ser usado como substituto do açúcar. A variedade Azul é utilizada para a produção do extrato ou Xarope de Agave (forma comercialmente conhecida). O processo de beneficiamento da planta é isento de qualquer substância química e ocorre através de hidrólise (quebra), homogeneização, filtragem e evaporação da planta. Tem coloração amarela clara, odor agradável e textura mais suave que o mel e não altera o sabor dos alimentos.

O Xarope de Agave contém apenas 3,33 calorias por grama, 90% de frutose (açúcar encontrado nas frutas) que proporciona um maior poder adoçante, é rico em minerais como: ferro, cálcio, potássio e magnésio e apresenta baixo índice glicêmico (se transforma em glicose de maneira mais lenta e, por isso, não demanda a produção de grandes quantidades de insulina), podendo ser utilizado por diabéticos controlados. Como é mais doce do que o açúcar refinado, usa-se uma quantidade menor no preparo de receitas diversas (25% menos de Agave que o açúcar refinado). Exemplo: ¾ xícara de Agave é igual a 1 xícara de açúcar refinado.

PUDIM DE SAGU, COCO E AGAVE

Ingredientes
Sagu
1/3 xícara sagu
2 ½ xícaras de leite de coco
1 colher (sobremesa) de extrato de agave

Modo de Fazer
Misture o sagu, o leite de coco e o agave em uma panela grande. Deixe em repouso por 20 minutos. Leve ao fogo médio até começar a ferver, abaixe o fogo e mexendo sempre e deixe cozinhar por 15 minutos ou até o sagu ficar translúcido. Coloque a mistura em 4 potes de sobremesa e deixar esfriar. Refrigerar por 1 hora.

Creme de Coco
1 xícara de leite de coco
2 colheres (sobremesa) de extrato de agave
1 colher (chá) de agar agar (gelatina de algas)
1 pitada de sal marinho
coco queimado

Modo de Fazer
Misture o leite de coco, o extrato de agave, o agar agar e a pitada de sal em uma panela pequena. Deixe em repouso por 30 minutos. Leve ao fogo, mexendo sempre, por aproximadamente 10 minutos. Coloque a mistura sobre o sagu. Refrigerar por aproximadamente 1 hora. Servir decorado com coco ralado queimado.

BOLO DE MAÇÃ E AGAVE

Ingredientes
3 maçãs
5 ovos
3 colheres (sopa) de óleo
½ xícara (chá) de xarope de agave
1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo
½ xícara (chá) de amido de milho
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
1 colher (chá) de canela em pó
1 pitada de sal

Modo de Fazer
Pré-aqueça o forno a 180ºC. Na batedeira, bata os ovos durante 5 minutos na velocidade máxima. Adicione o óleo e o xarope de Agave sem parar de bater. Junte a farinha, o amido, o fermento, a canela e o sal e misture bem até obter uma massa homogênea. Coloque numa forma untada e enfarinhada.
Descasque as maçãs, corte em rodelas ou gomos (pode usar um cortador de massa com a forma de estrela) e arrume a maçã sobre a massa do bolo. Leve ao forno durante 25 ou 30 minutos. Desenforme depois de frio e rege com um pouco de xarope de agave.